terça-feira, 28 de setembro de 2010

PROFISSIONAIS DE RODEIO PENSEM NOS SEUS DIREITOS!!!

São cerca de 1.200 (mil e duzentos) festas de rodeio, realizadas no Brasil ao longo do ano, atraindo um público jovem, e cada vez mais numerosos, movimentando valores superiores ao conquistado nos campeonatos de futebol, são mais de 24 (vinte e quatro) milhões de pessoas. Assim sendo, as festas de rodeio geram milhões. No entanto, os profissionais de rodeio precisam ter seus direitos reconhecidos e respeitados.

Afinal, qual profissão de rodeio tem plano de carreira ou plano de aposentadoria dentro da categoria que trabalha??? Qual??? O que vai ser de cada profissional de rodeio quando estiver velho ou doente??? O que vai ser da família de cada profissional de rodeio??? Afinal, o tempo passa para todos e vai depender da forma que cada um deseja viver... Melhor se puder viver com conforto e sem passar necessidades... Momento de parar e refletir... Momento de agir em busca dos direitos e da criação de novas leis beneficiando a grande família dos profissionais de rodeio no Brasil!!! 

Roberto Cardoso - CCRB

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Todos os profissionais de rodeio precisam ter direitos reconhecidos e respeitados!!!

Fogueteiro de Rodeio
Fogos de artifício e desenho de fogo na arena 



Madrinheira
 
Auxiliar de Pista, Portereiro, Juiz,etc.


 
Locutor de Rodeio




Estado  de  Goiás - Século XXI
Goiás é uma das 27 unidades federativas da República Federativa do Brasil. Situa-se a leste da Região Centro-Oeste, no Planalto Central brasileiro. O seu território é de 340.086 km², sendo delimitado pelos estados de Tocantins (norte), Bahia (nordeste), Mato Grosso (oeste), Mato Grosso do Sul (sudoeste), Minas Gerais (leste e sul) e pelo Distrito Federal. Tem por capital a cidade de Goiânia. Com quase seis milhões de habitantes é o estado mais populoso do Centro-Oeste e o nono mais rico do país.

O topônimo Goiás (anteriormente, Goyaz) tem origem na denominação de uma comunidade indígena. O termo original parece ter sido Guaiá, forma composta de Gua e , a qual significa "indivíduo igual", "pessoas de mesma origem". O nome Goiás, quando utilizado no meio de uma frase, dispensa o emprego de artigo, similarmente ao que acontece na designação dos estados de Mato Grosso, de Mato Grosso do Sul e de Minas Gerais.

A composição da economia do estado de Goiás está baseada na produção agrícola, na pecuária, no comércio e nas indústrias de mineração, alimentícia, de confecções, mobiliária, metalúrgia e madeireira. Agropecuária é a atividade mais explorada no estado.


Mercado imobiliário prevê maior expansão - ano 2010
O número de corretores de imóveis em Goiás cresceu 32% em 2009. Para este ano, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis – 5ª Região (Creci de Goiás) espera crescimento ainda maior, já que a alta foi gradual. Em 2007, o Creci credenciou cerca de 583 corretores, número que só aumentou com os anos. Em 2008 foram registrados 947 novos profissionais, o que correspondeu a um aumento de 62,44%. Já em 2009, o número chegou a 1.254 novos profissionais no Estado, crescimento de 32,42%.
Segundo o Creci de Goiás, entre os novatos, muitos chegaram a deixar suas profissões de origem para aproveitarem o bom momento do mercado imobiliário. Para presidente do Creci de Goiás, Oscar Hugo Monteiro Guimarães, o comportamento e os números refletem o bom momento do mercado imobiliário, que não se abateu com a crise de 2009 e possui otimistas perspectivas para o próximo ano.
Aos novatos, o presidente recomenda sempre o investimento em qualificação para buscar a excelência no atendimento e aproveitar as boas perspectivas do mercado para 2010. “As construtoras pedem por corretores de imóveis qualificados, que detenham conhecimentos jurídicos, comerciais e humanos para atender seus clientes”, disse. Em razão das exigências de mercado, a profissão de corretor de imóveis hoje possui curso superior, e diversas já são as ofertas de especializações na área. 
Fonte:Diário da Manhã
Breve história do rodeio

O homem, há centenas de anos, busca através de sua inteligência e de seu vigor físico, exercer o domínio sobre os animais, afim de domesticá-los, para seu usufruto.

Imaginemos duzentos anos atrás, alguma pradaria no interior do Texas, o cowboy campeando gado, não existiam cercas, o sol inclemente poderia deitar por terra aquele mais despreparado. O cavalo, era seu instrumento de trabalho, seu roubo punido com a forca, em caso de dívida a última coisa a se vender era o cavalo. Com o passar dos anos, o sistema de doma, destes cavalos evoluiu, criaram-se novos estilos (sela, americana, bareback, cutiano); alguns cowboys mas ousados puseram-se a montar em touros, e sempre será assim, o homem buscando superar e superar-se em todos os desafios.

Criaram-se espetáculos, competições, campeonatos, federações, surgiram juizes, locutores, palhaços salva-vidas, madrinheiras, tropeiros e promotores de eventos, nasceram vários profissionais de rodeio, que devotam seu tempo e habilidade em dar suporte a este mercado "esportes" de maior crescimento do mundo.

Algumas empresas já descobriram o potencial do rodeio no país, cite-mos as cervejarias com seus comerciais, latinhas personalizadas, merchandising específico, empresários brasileiros que tem procurado buscar contratos de representação de exclusividade de produtos americanos, criando identificação de marcas com o esporte, inaugurando novas lojas, casas de espetáculos, programas de TV e revistas voltadas a este segmento. Fábricas de cigarros, de automóveis e pneus, dirigiram-se para este setor.

São cerca de 1.200 (mil e duzentos) festas de rodeio, realizadas no Brasil ao longo do ano, atraindo um público jovem, e cada vez mais numerosos, movimentando valores superiores ao conquistado nos campeonatos de futebol, são mais de 24 (vinte e quatro) milhões de pessoas. Assim sendo, as festas de rodeio geram milhões. No entanto, os profissionais de rodeio precisam ter seus direitos reconhecidos e respeitados.

RODEIO E SUAS MODELIDADES

Criada para homenagear o Peão de Boiadeiro, importante personagem da história econômica e cultural do Brasil, a Festa tem nos rodeios sua principal e mais autêntica atração.
Uma das provas é o rodeio completo, composto de oito modalidades:
Montaria em Touro (Bull Riding)
Na montaria em touros usa-se a corda americana com polacos (sinos)-que envolvem o tórax do animal; luvas; uma das mangas da camisa dobrada e a outra com punho abotoado. Este tipo de montaria requer coordenação, reflexos rápidos e uma boa dose de coragem. A prova tem duração de oito segundos e o cavaleiro não deve tocar o animal ou o equipamento com sua mão livre. Na montaria Bull Riding, o desempenho do animal é tão importante quanto o do peão para a pontuação final. É praticada, igualmente, em todos os países em que o Rodeio existe como esporte, sendo assim, a mais popular. Proporciona emoções ao público e exige do cowboy muito preparo físico e mental.  Peso médio do touro: 900 kg.
Cutiano - Montaria em Cavalo
Estilo de montar rústico, praticado unicamente no Brasil. Caracteriza-se pela falta de apoio do peão pois apenas duas cordas são amarradas à peiteira do cavalo para que o peão possa segurar. Nessa modalidade é usado arreio - assento feito em couro - baixeira, peiteira e rédeas com duas canas - tiras de corda. Embora esta montaria seja tipicamente brasileira, alguns peões do exterior têm participado da prova. No primeiro pulo do animal, o cowboy deve posicionar as esporas entre o pescoço e a paleta do cavalo. A partir do segundo pulo as esporas devem ser puxadas em direção à cava da paleta. As esporeadas aumentam o grau de dificuldade da montaria, uma vez que o cowboy fica mais solto sobre o animal, aumentando também as chances de notas mais altas. Peso médio do cavalo: 400 kg.
Sela Americana (Saddle Bronc)
Criada em 1929, é a prova mais antiga do rodeio. Nela o cowboy segura o cabresto a um cabo feito de corda de sisal. O cavalo é arriado com sela sem o pito e sem baixeiro, ou seja, a capa feita em tecido grosso, colocada entre a sela e o lombo do animal. A prova tem a duração de oito segundos. O peão segura com a mão de apoio numa corda de 1,20 m aproximadamente. A mão de equilíbrio não pode tocar em nada. Já no primeiro pulo do animal, o peão esporeia entre a paleta e o pescoço do cavalo. No segundo pulo, ele puxa as esporas da barriga até as nádegas do animal em direção ao arco traseiro da sela. Quanto maior a angulação, maior será a nota. Os punhos das mangas da camisa são abotoados.
Bareback - Montaria em Cavalo
Neste estilo não existe estribo. O cowboy usa uma espécie de assento de couro "pequena sela" adaptada com alça na espessura de 30 cm, posicionado na cernelha (a crina e o dorso do animal). No primeiro pulo desta prova de oito segundos, as esporas são posicionadas no pescoço do animal. No segundo, na puxada simultânea das esporas (rombudas, sem pontas), as pernas do cowboy devem tentar alcançar a alça do bareback próximo à sua mão. O cowboy fica em uma posição horizontal, batendo as costas na anca do animal enquanto a mão de equilíbrio permanece livre.
Laço de Bezerro (Calf Roping)
Velocidade e precisão são os requisitos básicos para o competidor, que tem pela frente a tarefa de laçar pelo pescoço um bezerro de cerca de 40 dias e 120 quilos. Depois de laçar, o cavaleiro desce do cavalo, derruba o bezerro e amarra três patas. O juíz autoriza a partida do laçador, que deve sair logo depois que o bezerro estourar a bareira, quando o cronômetro é acionado . O cavaleiro levanta as duas mãos para indicar o fim da laçada, cessando a marca do cronômetro. O laçador é desclassificado se quebrar a barreira - corda elástica amarrada no pescoço do animal, cruzando a frente do Box do laçador e se o bezerro desamarrar a laçada enquanto ele estiver montado novamente. O tempo máximo para a execução da laçada é de 120 segundos.
Laço em Dupla (Team Roping)
Laçar um bezerro de aproximadamente 200 kg, preferencialmente com chifres, é o grande desafio do trabalho de dois cavaleiros. Habilidade e velocidade são fundamentais para que o laçador cabeceiro lace os chifres ou o pescoço do animal. Cordas enroladas no pito da sela, cabeceiro e laçador saem do boxe depois que o bezerro estourar a barreira. A dupla é penalizada em cinco segundos, acrescidos ao final, se o cavaleiro cabeceiro estourar a barreira. A mesma pena é aplicada ao peseiro que laçar um pé do bezerro em vez dos dois. A conclusão da prova se dá quando os dois laçadores se posicionarem um em frente ao outro com as corda esticadas. A desclassificação acontece nos seguintes casos: quando o cabeceiro laçar a paleta do boi, quando a corda da cabeça ficar em formato de oito ou quando um dos laçadores não conseguir enrolar a corda no pito. Vence a dupla que finalizar o trabalho no menor tempo.
Bulldogging
Bem parecida com o Laço em Dupla, a prova exige técnica, velocidade e precisão dos cavaleiros no momento de descer do cavalo e derrubar o boi. Quem fica à direita faz o trabalho de esteira, uma forma de garantir que o boi não fuja pela esquerda. O cavaleiro que ficar do lado contrário, salta do cavalo em movimento, em cima da cabeça do boi, derrubando-o e virando o seu pescoço no chão.O vencedor é aquele que terminar a prova no menor tempo. Recorde mundial é de 2,4 segundos.
Prova dos Três Tambores
Na arena, três tambores são dispostos formando um triângulo (veja abaixo). Quando o juiz dá a largada, a amazona parte em direção ao primeiro tambor, dando uma volta completa nele. Depois repete a manobra no segundo e no terceiro tambores. Daí sai em disparada até a linha de chegada. Ganha quem fizer o menor tempo. Cada tambor derrubado é penalizado com 5 segundos a mais na marca final da competidora.  Hoje em dia, a equitação está sendo um esporte muito difundido, ocupando uma posição especial de destaque entre os outros esportes, principalmente pelo fato de possuir como instrumento, uma criatura viva e animada. A modalidade Três Tambores chegou ao Brasil através da ABQM - Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Quarto de Milha, onde foi instituída como prova oficial de velocidade, juntamente com as provas de Baliza e Cinco Tambores. Essa prova exige velocidade, sincronismo e precisão para contornar Três Tambores dispostos de forma triangular no menor tempo possível num ângulo de aproximadamente 360º, sendo que se o conjunto (tanto cavaleira quanto animal) derrubar algum obstáculo é penalizado com cinco segundos. Atualmente, mais de 150 meninas participam dessa modalidade pelos rodeios do Brasil e se empenham ao máximo, despendendo horas e horas com treinamentos, deixando de lado os hábitos comuns da maioria das meninas dessa idade.

LISTA DE TELEFONES

Empresas de ônibus de Goiânia-GO

VIAÇÕES
TELEFONE
Auto Viação Goianésia
3223 1362

BarraTur
3223 1880 / 3213-1386

Cia São Geraldo de Viação
3212 2642

Empresa Gontijo
3225 1637

Empresa Moreira
3225 1459

Empresa Satélite
3229-4103

Entram
3229 1961 / 229-1483

Expresso Araguari
3223 2736

Expresso Guanabara (VIPU)
3212 1965 / 3229 2305

Expresso Lajeado
3225 1442

Expresso Maia
3225 4919

Expresso Marly
3225 8006 / 3225 8660

Santa Luzia / Montes Belos
3224 1585

Expresso Santa Marta
3225 3004

Expresso Santo Antônio
3223 2867

Exp. São José do Tocantins
3224 8330

Expresso São Luiz
3223 8801/3223 8766/3223 8721

Expresso União
3225 5508

Lopestur
3212 5438

Nacional Expresso
3239-3318/3239-3321/3239-3317

Rápido Federal
3225 3626 / 3225 3541

Real Expresso
3225 3541 / 3225 3626

Transbrasiliana
3229 1797 / 3229-1996

União Cascavel - Eucatur
3212 2817 / 3212-2310

Viação Araguarina /V.Goiania
3523 8600 / 3272 5555 / 3213 2901
 3523-8612

Viação Estrela
224 0473

Viação Itapemirim
3229 1420 / 3229 1026

Medianeira
3229 0807

Viação Novo Horizonte
3223 3631

Viação Paraúna
3224 6063

Viação Planalto Camp.Grande
3225-9632 / 3225-9033

Viação Planalto do Sul
3942 0700 / 3225-7777

Viação São Luiz
3224 1119 / 3229 2120

Viação Xavante
3225- 8783

Helios
3229 0915

Rodotur
3229-2650/3213-5054

Cometa
3223-4011

BRASIL TUR
3229-2650

Real Turismo
3225-9310 / 3225-9316

Transmirim
3229-1531 / 3225-8164

Semi hurbano Araguarina
3523-8610

Semi hurbano Parauna
3211-1717